domingo, 28 de agosto de 2016

SINTO... amigos...

Sou muito sensível.
Gosto de filosofar, de pensar, refletir, sentir e escolher.
Sou muito intenso e verdadeiro. E isso pode ser qualidade pra uns e defeito pra outros.
Isso é ótimo, pois se tudo fosse igual nada teria graça.
Meus amigos reais se modifica a cada período da minha vida e poucos criam raízes com o tempo.
Meus amigos virtuais aparecem quando menos espero e por um gesto físico demonstram que existem...e deixam de ser virtuais mesmo que nunca tenhamos nos encontrado.
Os meus amigos imaginários ainda não nasceram, se encontram dissolvidos no éter e me acompanham em silêncio. Estes nunca me abandonaram e nenhum momento. Apenas não falam...coexistem.
Meus amigos de silêncio apenas dizem que estão ali, mas é o máximo que conseguem.
Mas e os outros que não citei?
Nunca foram amigos...
Amigos não tem sexo, raça, credo ou sequer outros atributos que não sejam o de uma roseira.
Estamos na mesma árvore, ali, juntinhos e distantes. Brotando, existindo, exalando, com nossos espinhos. E podem ser consanguíneos ou não!
Às vezes bem ali, do lado do outro e outras no lado oposto, mas ali...no mesmo pé.
Amizade tem cheiro adocicado e aveludado de uma rosa...
Tem a dor de um único espinho...
Está ali e existe.
Então conheço a roseira da qual faço parte mas nunca conheço as outras rosas...
Nasço, morro, renasço, brilho, lanço perfume, e repito o ciclo.
Sinto...amigos... somente os amigos.
Belo é meu jardim onde tenho uma roseira que sempre tem, ao menos, uma rosa pra existir...


sábado, 20 de agosto de 2016

Inconsciência da Culpa ou Culpa consciente e mascarada?

O Silêncio é uma maneira muito estratégica de se aquietar, não manifestar o que pensa, evitar possíveis problemas ou mesmo dizer com isso que reprova e em outros casos, aprova como no ditado "quem cala consente".

Mas no meu caso, não gosto de guardar no pensamento aquilo que remoe. Então falo, escrevo e algumas vezes e publico numa maneira de liberar isso.

Não só eu, mas muitas pessoas fazem isso.

E aí vem as respostas. E só existem duas..."gostei do que disse" ou "detestei o que disse". Sempre será assim porque isso tem a ver com a sintonia da consciência.

Quando algo errado está preso em sua cabeça e o reprime, trará momentâneo conforto porque se mascara uma realidade sua. Ainda mais sabendo que "está errado", caberá a sua percepção de acertar ou permanecer neste erro e que lhe fará tomar uma atitude quanto a isto.

Eu conserto logo que tomo a consciência dele.

Abrir o que se pensa é dar asas a imaginação e a sua forma de pensar e ver, no caso, a minha vida.

Então deixo a pergunta no ar. Você leu o que escrevi e te afetou de forma ruim? Então porquê se aborreceu se não te citei, não toquei no seu nome e nem disse "leia!"? Apenas escrevi minhas reflexões e de alguma forma te tocou numa fraqueza sua e doeu, mas não tive nenhum intenção de "escrever para você" ou "ser indireto" porque quem bem me conhece, não uso de indiretas.

Te sobra apenas uma coisa, o título desta prosa que acaba de ler...