O dançarino Ricardo Samel escreve suas impressões da vida, da dança e da moda mediante suas vivências com a Arte Flamenca.
quinta-feira, 8 de junho de 2017
Existência Despida
Não sei morder devagar se não for pra marcar
Não sei dar beijo técnico e nem sorrir quando não gosto
Sou como um vento que vai passar de acordo com a necessidade...
Fraco
Médio
Forte
Ou como um Furacão
Não sei andar no sol sem ver minha sombra e nem nela confio
De noite sou como uma luz na escuridão, mas poucos me enxergarão
Sou como bambuzal que assovia com o passar do vento, que enverga com a força do furacão e encosta a ponta na terra, mas só se rompe quando minha existência não tem mais necessidade
De dia brilho tão forte quanto o sol
E de noite disputo lugar com a lua
Não adianta, pode ter nuvens mas sempre estarei lá...
Quer queiram ou não, eu existo.
Este sou eu.
Então me ame ou me odeie
Eu sou assim.
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